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Quando há cães, para sobreviver e não ser detectado em The Last of Us Part II será quase impossível ficar parado


Em The Last of Us, a furtividade sempre esteve presente, do começo ao fim, e ajudou Joel e Ellie a avançarem pelo mundo pós-apocalíptico. Para The Last of Us Part II, a Naughty Dog resolveu dificultar a ideia adicionando cães inimigos treinados, fazendo com que eles possam rastrear o jogador facilmente caso permaneça no mesmo lugar por muito tempo.

Em entrevista para o Jovem Nerd em Los Angeles, Neil Druckmann explicou como os animais farejam o cheiro da personagem, sendo preciso continuar andando para despistá-los, antes que eles alertem seus donos sobre sua presença e ataquem Ellie brutalmente, ao mesmo tempo que dá poder ao jogador de decidir moralmente o que fazer com eles.

Mecanicamente, isso funcionou muito bem, pois você tem que continuar se movendo já que deixa um rastro. Você não pode simplesmente se esconder em um lugar por muito tempo, pois um cachorro eventualmente vai sentir o seu cheiro. Então ficou muito interessante no sentido de mudar a organização de maneiras novas, mas também ficou interessante em um nível emocional, pois, de alguma maneira, matar cachorros parece pior do que matar humanos. Quando um cão solta um ganido, existe uma resposta emocional a isso e nós tivemos uma longa conversa na equipe sobre quão longe nós iríamos. Devemos tirar o ganido? Devemos deixá-lo mais rápido? E nós sentimos que não. Muito da história é sobre quão longe a Ellie está disposta a ir e, portanto, você, como jogador, deve ser forçado a fazer escolhas desconfortáveis.

Mais novidades sobre o novo gameplay disponibilizado para a imprensa mundial você pode conferir aqui.