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Inimigos com nomes próprios, que se comunicam conforme ações de Ellie em The Last of Us Part II não foi tarefa fácil, diz Naughty Dog

Tão violento quanto o primeiro, The Last of Us Part II será uma evolução em todos os quesitos da jornada anterior dos sobreviventes desse mundo pós-apocalíptico, e a sua desenvolvedora, não economizou em adicionar todas as novidades que a atual tecnologia dessa geração permite, com a promessa de criar um “jogo de ação mais autêntico e rigoroso”.

Nós queremos tratar a violência da maneira mais realista possível em um jogo de ação.

Afirma a principal mente por trás do jogo e co-presidente da Naughty Dog, Neil Druckmann

Ele revela que o estúdio também tem feito dos mínimos detalhes o carro-chefe de toda a experiência, e que moldá-los não é tão simples o quanto parece. Um exemplo disso é o investimento no realismo dos personagens, como fazê-los se comunicarem entre si conforme as ações do jogador e com nomes próprios.

Todos os inimigos humanos, por exemplo, têm seu próprio nome, como Omar, Joe. 

Foi um grande esforço que demandava não somente tecnologia nova, mas um grande investimento na gravação… A forma como eles se comunicam está muito mais sofisticada. Nós fizemos isso para que você sinta que não é só um PNJ aleatório, um obstáculo descerebrado.

O resultado disso, conforme entrevista do dog para o blog oficial do console da Sony, são situações que “quando você mata um inimigo, os companheiros gritam o nome dele em tom de lamento. Tomados pela emoção, os inimigos podem ficar enfurecidos e se tornam imprevisíveis em combate. Tudo se conecta para criar uma experiência brutal, mas convincente.”

As provocações atuam nos seus pensamentos de forma interessante, do jeito que as melhores histórias fazem. É isso que nós queremos fazer.

Confira aqui tudo o que já sabemos sobre o game que será lançado em 21 de fevereiro de 2020.