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Codiretor de Final Fantasy 7 Remake diz que The Last Of Us 2 é uma referência para a diversidade em jogos

“Expressar a diversidade com a inclusão LGBTQ+ é uma questão importante na criação de conteúdo, não apenas para as pessoas que criam jogos”, enfatizou Toriyama.

The Last of Us Part II é um jogo polêmico e ainda divide opiniões pelos acontecimentos da história. O jogo da Naughty Dog conseguiu ser premiado mais de 300 vezes como “jogo do ano” desde que foi lançado e é um dos jogos de console que mais tem recursos de acessibilidade. A sequência do exclusivo PlayStation também trouxe ainda mais diversidade para os videogames.

Para o codiretor de Final Fantasy 7 Remake. Motomu Toriyama, a forma como o título abordou a relação entre Ellie e Dina e a introdução de Lev, um personagem trans, “The Last of Us Part II realmente mostrou sua consideração pela diversidade”, disse o desenvolvedor ao The Gamer. “Até a interface do usuário, e eu imagino que o custo de depuração naquele jogo foi enorme. No entanto, ter alcançado isso o torna um grande jogo que define uma referência para a indústria. ”

“Penso que expressar a diversidade com a inclusão LGBTQ+ é uma questão importante para todos os envolvidos na criação de conteúdo, não apenas para as pessoas que criam jogos. Em Final Fantasy 7 Remake, reconstruímos o jogo original usando a tecnologia mais recente, mas sentimos que não deveria parar no lado técnico e precisávamos atualizar o conteúdo da história mostrado de acordo com as sensibilidades modernas.”

Há alguns dias o ator trans, Ian Alexander, que interpretou Lev, falou sobre o futuro do personagem e o que enfrentou também fora do jogo.





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